Pegamos o carro e fomos.
E na pacata cidadezinha, tudo calmo. Nenhum carro a vista. Paro no sinal fechado e a rua em que estou passa a ser contramão. Há indicações de setas para virar a esquerda e a direita.
Aguardo o sinal abrir.
O único carro da cidade para de frente para mim.
Quando o sinal abre para mim, dou a seta para a esquerda e vou.
O que eu não sabia é que o sinal abria também para o carro que vinha em sentido contrário.
Não é que a mulher ao me vir entrano na frente dela colou a mão na buzina por uns cinco minutos.
Aquela buzina jamais tinha sido usada.
Era o sonho dela, mas como só havia um carro na cidade, ela nunca teve a chance de usá-la.
Mais um dever cumprido. Fui objeto de realização do sonho da mulher GroveCityense.
| Camelôs em Grove City |
| Trânsito em Grove City |
Ela tinha uma arma, por isso ela buzinou.
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